Estudo dá esperança de vacina eficaz contra aids

domingo, 13 de abril de 2008

Um estudo feito na Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, está animando os pesquisadores que se dedicam a desenvolver uma vacina eficaz contra a aids. O trabalho usa macacos, que recebem uma substância com genes do vírus SIV (vírus da imunodeficiência em símios, na sigla em inglês), semelhante ao HIV. Os resultados são promissores.

A vacina é produzida a partir de fragmentos de DNA do vírus SIV, que fazem que o organismo do macaco tenha uma resposta imune. Dezesseis animais que estão participando apresentaram a reação esperada, o que tem deixado a comunidade científica otimista - embora ainda seja impossível prever quando se chegará a uma vacina contra a aids.

À frente da pesquisa está o biólogo David Wahtkins, maior especialista do mundo em imunologia de modelos animais de vacinas contra a aids, que está no Brasil nesta semana para participar de palestras sobre seus experimentos. Ontem, durante passagem pelo Rio, Wahtkins falou sobre os testes no Hospital Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O biólogo, cuja equipe recebe US$ 5 milhões para a pesquisa, comentou as dificuldades de chegar a uma fórmula eficaz. "Existem muitos tipos de HIV. Por isso é tão difícil arriscar dizer quanto tempo ainda falta para uma solução", afirmou. Ele elogiou as pesquisas brasileiras e o programa de combate à aids do governo federal.

Para o infectologista e professor da UFRJ Mauro Schechter, coordenador, no Rio, dos testes com uma vacina contra a aids, a pesquisa de Wahtkins é importante porque os macacos e os seres humanos têm sistemas imunológicos parecidos. "Um modelo animal que funciona nos dá esperança. Supomos que aquilo que dá resultado em macacos pode vir a dar certo com humanos", afirmou.

Schechter é responsável pelo Projeto Praça Onze, que envolve 60 professores e recebe US$ 2 milhões de financiamentos externos para pesquisar doenças infecciosas, em especial a aids.

Brasileiros já participaram de três testes com vacinas e há um em andamento, financiado pelo Instituto Nacional de Saúde americano, que analisa a eficácia de um imunizante que, em macacos, conseguiu evitar ou retardar a infecção. A primeira fase da pesquisa, da qual participam pessoas saudáveis, teve resultados considerados positivos.

Plaquetas na dengue hemorrágica

Recentemente publiquei um material, que teve boa repercussão, sobre os exames que podem ser feitos para confirmar suspeita de dengue. Neste novo material estarei informando sobre exames que podem ser realizados, não para confirmar, mas para colaborar na triagem de dengue.

As plaquetas são pequenos fragmentos de uma grande célula, o megacariócito gerado a partir de uma célula indiferenciada na medula óssea. As plaquetas que se formam no interior do citoplasma do megacariocitário não possuem núcleo, e são lançadas na corrente sanguínea, e colaboram no processo de coagulação do sangue.

Sobre as plaquetas, podemos ler mais no material publicado aqui no blog sob o título plaquetas - como contar e interpretar o resultado. Valores de plaquetas abaixo de 100 mil e elevação de hematócrito acima de 20% (hemoconcentração) são dados relevantes para suspeitar de dengue hemorrágica.

A trombocitopenia grave (queda da quantidade de plaquetas circulantes no sangue) e o aumento da permeabilidade vascular são duas grandes características da febre hemorrágica da dengue (FHD).

Ocorre um aumento na destruição das plaquetas por mecanismo imunológico, quando o organismo produz anticorpos contra o vírus, acabam destruindo também as próprias plaquetas, principalmente nas infecções secundárias, condição evidenciada em pacientes com febre hemorrágica de dengue.

O que determina a severidade da doença e a distinguem de outras febres virais e da própria febre viral de dengue não hemorrágica, são vazamentos de plasma (líquido existente no sangue), facilitada pelo aumento da permeabilidade dos vasos sanguíneos (poros dos ficam mais dilatados). Assim, queda da pressão e choque hipovolémico pode ocorrer em função de uma perda crítica de plasma.

Esta característica de fragilidade capilar resulta em prova positiva ao amarrar o braço do paciente com torniquete e observar depois de cinco minutos a formação de petéquias (prova do laço) em uma área delimitada, pequenas manchas avermelhadas na pele.

Uma coisa que podemos fazer, além de manter as casas isentas de locais para proliferação do mosquito, é realizar doação de sangue, pois em casos que as plaquetas caem abaixo de 50.000mm3 pode ser necessário transfusão de plaquetas.


Fonte: PlugBR

Câncer de pulmão e tabagismo

É assustador quando analisamos alguns dados relacionados ao câncer de pulmão e tabagismo. Praticamente 27% de todos os casos de câncer de pulmão estão diretamente ligados ao tabagismo.

Um indivíduo que fuma um maço de cigarros por dia tem um risco 20 vezes maior de câncer de pulmão do que um não fumante.

Nada está tão associado ao câncer de pulmão quanto o fumo. Vale a pena refletir sobre o ato de fumar.

A tosse é a manifestação mais comum. Observa-se também falta de ar, e casos mais graves sangramento no escarro, pneumonia e derrame pleural além de vários outros sintomas.

O Feng Shui

O feng shui (lê-se fôn suei) é uma arte e técnica praticada na China há mais de 4.000 anos, que ativa e redistribui a energia vital (ch’i) nos ambientes. Segundo os chineses, o ch’i permeia todo o Cosmo e fundamenta a existência de vida por se encontrar no meio interno (meridianos, órgãos e vísceras) e externo (plantas, animais, cores).

Nos ambientes, o conceito feng (vento) e shui (água) estão representados pelo excesso de mobiliário ou dos espaços vazios. O equilíbrio entre estes dois conceitos é minuciosamente observado através da distribuição dos objetos no ambiente, da decoração de interiores, do paisagismo, da cor e da forma das estruturas arquitetônicas.

O eletromagnetismo (aparelhos domésticos, transformadores de alta tensão, linha de alta tensão) e também a energia telúrica (veios d’água, falhas geológicas) são forças nocivas ao ser humano, podendo gerar efeitos no sistema nervoso como irritabilidade, nervosismo, tensão muscular, depressão, baixa imunidade. As “curas” utilizadas na harmonização dos espaços neutralizam estas energias, reduzindo os efeitos das emanações. Neste sentido, os objetos usados são cristais, plantas, cores, gráficos radiestésicos, a energia benéfica emitida por certas formas geométricas privilegiadas, entre outros.

Fazendo um paralelo com a medicina chinesa, o feng shui é a acupuntura da casa. Cada “cura” equivale a uma agulha colocada nos canais de energia do corpo. No ambiente, uma simples mudança no mobiliário ou o uso de cores irá desobstruir o fluxo energético, proporcionando mudanças nas várias áreas da vida, tais como, trabalho, relacionamentos, amigos, crianças, família, saúde, prosperidade, fama e autoconhecimento.

Estudo relaciona falta de sono e TV demais à obesidade infantil

sábado, 12 de abril de 2008

A falta de sono e o uso da televisão estão ligados à obesidade infantil, segundo estudo da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Avaliando 915 crianças, os pesquisadores descobriram que aquelas que dormem menos de 12 horas e assistem à TV mais de duas horas por dia têm 16% de chances de se tornarem obesas. Por outro lado, crianças e bebês que dormem mais e assistem menos TV têm apenas 1% de risco. Os autores sugerem que a falta de sono aumenta a propensão à obesidade porque estimula hormônios que afetam o apetite, levando as crianças a comer mais. Alem disso, quanto maior tempo assistindo TV, maior seria a exposição a propagandas de “junk food”, piorando a alimentação dessas crianças. Mais estudos são necessários para saber se essas crianças estão comendo mais e se exercitando menos.

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